Começar de Novo: Ressignificando o Fim de Ano
Entre outubro e dezembro, os consultórios de psicologia ficam lotados. O fim do ano nos força a uma retrospectiva dolorosa entre o que planejamos ser e o que realmente somos. Somam-se festas obrigatórias, conflitos familiares, redes sociais como galerias de sucesso alheio e a pressão por uma felicidade performática que poucos sentem.
Vivemos sob a tirania da produtividade – até o descanso precisa ser otimizado. O resultado? Esgotamento, ansiedade, depressão e a sensação de nunca sermos suficientes.
Mas e se o problema não for você? E se for o sistema de metas irreais e comparações tóxicas?
Neste artigo, exploro as raízes do sofrimento de fim de ano e ofereço caminhos práticos para atravessar esse período com mais compaixão. Porque você não fracassou. Você sobreviveu – e isso já é uma conquista.











